Carnatal 2011: mais integração, mais alegria

O Carnatal 2011 acabou, mas as lembranças da alegria e da beleza da festa vão ficar por muito tempo na memória. A noite foi marcada pela imensa participação popular, que seguiu os trios com ou sem abadá, dentro e fora dos blocos. A tranquilidade e segurança na 21ª edição da micareta também foi marca registrada.

“Carnatal é essa multidão de gente feliz”. Com essa definição, um dos milhares de foliões resume exatamente a imagem que ficou do Carnatal deste ano. No balanço geral do Carnatal 2011, a diretoria comemora: “Se, por um lado, perdemos o espaço do corredor, ganhamos em alegria, entrosamento do público com os artistas, a alegria da pipoca, mais participativa do que nunca”, declarou Ricardo Bezerra.

Sobre as mudanças, Ricardo garante que melhorias serão feitas, como já são há 20 anos. “Cada edição é uma nova etapa. Este ano sentimos falta, por exemplo, de não haver arquibancadas e nem o corredor tradicional, mas em compensação o Carnatal está mais integrado. Para o próximo ano pode ser que o espaço aumente, mas só poderemos definir isso após uma avaliação final e respostas com relação às obras das Arena das Dunas. Agora, o que importa, é que o Carnatal tem o mesmo brilho de sempre”, enfatiza.

Apesar das mudanças na festa deste ano, a expectativa de público foi a mesma de anos anteriores. Segundo a organização do evento, foi contabilizada uma média de 200 mil pessoas por dia, sendo o maior público registrado no sábado: cerca de 250 mil foliões, incluindo blocos, camarotes e pipoca. O Carnatal 2011 foi também marcado pela segurança e tranquilidade. De acordo com o comando de policiamento da capital, a festa foi tranquila todos os dias, sem nenhum registro de ocorrência de maior gravidade. A maioria dos registros foi por pequenos incidentes, como brigas. O reforço no policiamento em áreas estratégicas foi uma das causas da tranquilidade.

A última noite da festa começou com a banda Asa de Águia arrastando o público cativo. Em seguida, Tuca Fernandes, pela primeira vez em sua carreira solo, fez as honras no bloco Caju. Ricardo Chaves, no comando do bloco Bicho, não deixou ninguém parado, mostrando mais uma vez que “o Bicho não é apenas um bloco, é um estado de espírito”, como ele mesmo define.

O destaque da quarta noite do Carnatal ficou para a banda Grafith. Pela primeira vez na micareta, uma verdadeira “nação grafitheira” explodiu de alegria ao ritmo da banda mais querida do RN. No bloco Swingaê, a integração da pipoca com os artistas impressionou a todos. E a banda Cavaleiros do Forró, à frente do Trio 51, não deixou o ritmo mais tradicional de fora: o forró, que ganhou versão eletrizada para a festa. Entre um bloco e outro, a galera dos camarotes aproveitou até o último minuto da festa já em clima de saudade.

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